terça-feira, 22 de janeiro de 2013

NEGAR COLO PODE AJUDAR NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA


A todo o momento seu filho pede colo e você não sabe o que fazer, se deve carregá-lo ou negar o pedido? São muitas as mamães que passam por esse sufoco e ficam, muitas vezes, perdidas sobre como agir. Pensando nisso, entrevistamos o pediatra Dr. Marcelo Reibscheid para esclarecer algumas dúvidas.

Ele explica que pedir colo é muito comum a todos os bebês e que, no começo não há problema, pois eles, geralmente, fazem isso para ficarem mais próximos de seus pais. Porém, dependendo de como os pais agem, isso pode se tornar uma forma de demonstrar insegurança. “Se em qualquer dificuldade, tarefa, estímulo ou o quer que seja, a criança começar a pedir colo e os pais derem, eles demostrarão que o colo poderá ser um porto seguro. Por isso, é importante que os pais deixem a criança tentar se ‘virar’ para conseguir ultrapassar os obstáculos sozinha e perceber que mesmo solicitando os pais não darão o colo”, indica.

Muitas mães se sentem mal em não cumprir com as vontades dos filhos, mas o não também é bem-vindo. O Dr. Marcelo recomenda as mães negar o colo quando perceberem que não tem motivo pelo qual carregá-los. “O colo deve ser dado quando o bebê estiver com algum problema como dor, cansaço, sono, entre outros, e não simplesmente quando se coloca o bebê sentado e ao coloca-lo no chão ele já estica os braços”, recomenda.

Os bebês que ficam por muito tempo no colo das mães ou mesmo que são carregados toda hora que solicitam ficam muito dependentes. “Eles podem se tornar pouco sociáveis, são mal estimulados, além de ficarem muito ‘chatinhos’, não aceitando ficarem sozinhos. É inadmissível ouvir de uma mãe ‘doutor não consigo nem ir ao banheiro’, pois esse tipo de conduta e comportamentos estão completamente incorretos e mal orientados”, alerta. Além disso, há malefícios para as mães que os mantêm no colo o tempo todo. “Podem surgir problemas ortopédicos como tendinites, problemas na coluna, problemas musculares, além de ter restrições em programas que não incluam o bebe, como jantares e outras atividades”, diz.

O pediatra lembra que esse é um processo, assim como qualquer outro ensinamento e que, portanto, deve ser feito desde cedo e com calma. “O corte desse hábito, na verdade, deve começar desde os dois meses de idade, que é quando os bebês entendem o que é o colo e como manipular os pais através do choro. Se assim for feito, a chance de o impacto ser leve e sem traumas será enorme”, diz. O ideal é estar sempre ao lado do bebê, acompanhando e incentivando-o a caminhar sozinho.

NEGAR COLO PODE AJUDAR NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA


A todo o momento seu filho pede colo e você não sabe o que fazer, se deve carregá-lo ou negar o pedido? São muitas as mamães que passam por esse sufoco e ficam, muitas vezes, perdidas sobre como agir. Pensando nisso, entrevistamos o pediatra Dr. Marcelo Reibscheid para esclarecer algumas dúvidas.

Ele explica que pedir colo é muito comum a todos os bebês e que, no começo não há problema, pois eles, geralmente, fazem isso para ficarem mais próximos de seus pais. Porém, dependendo de como os pais agem, isso pode se tornar uma forma de demonstrar insegurança. “Se em qualquer dificuldade, tarefa, estímulo ou o quer que seja, a criança começar a pedir colo e os pais derem, eles demostrarão que o colo poderá ser um porto seguro. Por isso, é importante que os pais deixem a criança tentar se ‘virar’ para conseguir ultrapassar os obstáculos sozinha e perceber que mesmo solicitando os pais não darão o colo”, indica.

Muitas mães se sentem mal em não cumprir com as vontades dos filhos, mas o não também é bem-vindo. O Dr. Marcelo recomenda as mães negar o colo quando perceberem que não tem motivo pelo qual carregá-los. “O colo deve ser dado quando o bebê estiver com algum problema como dor, cansaço, sono, entre outros, e não simplesmente quando se coloca o bebê sentado e ao coloca-lo no chão ele já estica os braços”, recomenda.

Os bebês que ficam por muito tempo no colo das mães ou mesmo que são carregados toda hora que solicitam ficam muito dependentes. “Eles podem se tornar pouco sociáveis, são mal estimulados, além de ficarem muito ‘chatinhos’, não aceitando ficarem sozinhos. É inadmissível ouvir de uma mãe ‘doutor não consigo nem ir ao banheiro’, pois esse tipo de conduta e comportamentos estão completamente incorretos e mal orientados”, alerta. Além disso, há malefícios para as mães que os mantêm no colo o tempo todo. “Podem surgir problemas ortopédicos como tendinites, problemas na coluna, problemas musculares, além de ter restrições em programas que não incluam o bebe, como jantares e outras atividades”, diz.

O pediatra lembra que esse é um processo, assim como qualquer outro ensinamento e que, portanto, deve ser feito desde cedo e com calma. “O corte desse hábito, na verdade, deve começar desde os dois meses de idade, que é quando os bebês entendem o que é o colo e como manipular os pais através do choro. Se assim for feito, a chance de o impacto ser leve e sem traumas será enorme”, diz. O ideal é estar sempre ao lado do bebê, acompanhando e incentivando-o a caminhar sozinho.

NEGAR COLO PODE AJUDAR NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA


A todo o momento seu filho pede colo e você não sabe o que fazer, se deve carregá-lo ou negar o pedido? São muitas as mamães que passam por esse sufoco e ficam, muitas vezes, perdidas sobre como agir. Pensando nisso, entrevistamos o pediatra Dr. Marcelo Reibscheid para esclarecer algumas dúvidas.

Ele explica que pedir colo é muito comum a todos os bebês e que, no começo não há problema, pois eles, geralmente, fazem isso para ficarem mais próximos de seus pais. Porém, dependendo de como os pais agem, isso pode se tornar uma forma de demonstrar insegurança. “Se em qualquer dificuldade, tarefa, estímulo ou o quer que seja, a criança começar a pedir colo e os pais derem, eles demostrarão que o colo poderá ser um porto seguro. Por isso, é importante que os pais deixem a criança tentar se ‘virar’ para conseguir ultrapassar os obstáculos sozinha e perceber que mesmo solicitando os pais não darão o colo”, indica.

Muitas mães se sentem mal em não cumprir com as vontades dos filhos, mas o não também é bem-vindo. O Dr. Marcelo recomenda as mães negar o colo quando perceberem que não tem motivo pelo qual carregá-los. “O colo deve ser dado quando o bebê estiver com algum problema como dor, cansaço, sono, entre outros, e não simplesmente quando se coloca o bebê sentado e ao coloca-lo no chão ele já estica os braços”, recomenda.

Os bebês que ficam por muito tempo no colo das mães ou mesmo que são carregados toda hora que solicitam ficam muito dependentes. “Eles podem se tornar pouco sociáveis, são mal estimulados, além de ficarem muito ‘chatinhos’, não aceitando ficarem sozinhos. É inadmissível ouvir de uma mãe ‘doutor não consigo nem ir ao banheiro’, pois esse tipo de conduta e comportamentos estão completamente incorretos e mal orientados”, alerta. Além disso, há malefícios para as mães que os mantêm no colo o tempo todo. “Podem surgir problemas ortopédicos como tendinites, problemas na coluna, problemas musculares, além de ter restrições em programas que não incluam o bebe, como jantares e outras atividades”, diz.

O pediatra lembra que esse é um processo, assim como qualquer outro ensinamento e que, portanto, deve ser feito desde cedo e com calma. “O corte desse hábito, na verdade, deve começar desde os dois meses de idade, que é quando os bebês entendem o que é o colo e como manipular os pais através do choro. Se assim for feito, a chance de o impacto ser leve e sem traumas será enorme”, diz. O ideal é estar sempre ao lado do bebê, acompanhando e incentivando-o a caminhar sozinho.

Novo Plano Nacional de Educação pode ficar para o 2º semestre, diz relator

Do UOL, em São Paulo


O PNE (Plano Nacional de Educação) deve ser votado pelo Senado Federal até junho deste ano. A expectativa é do senador José Pimentel (PT-CE), relator do projeto. Em 2012 a votação foi adiada pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) da casa, que terminou o ano sem um parecer definitivo. "Espero que até o final de junho a gente conclua a votação no Senado. O projeto então volta à Câmara. Trabalhamos no sentido de aprovar toda essa matéria no ano de 2013", disse neste domingo (20), em debate no 14º Coneb (Conselho Nacional de Entidades de Base) da UNE (União Nacional dos Estudantes).

O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir no prazo de dez anos. O projeto ficou cerca de um ano e meio em tramitação na Câmara e um mês e meio no Senado. Somente neste último, já foram apresentadas 80 emendas ao plano. Até o final do ano passado foi mantido o ponto que mais gerou polêmica na Câmara: a ampliação do percentual de investimento do PIB (Produto Interno Bruto). em educação para 10% ao ano. 
O governo federal defendia que a implementação do Plano Nacional de Educação dependesse integralmente dos repasses de recursos dos royalties de petróleo e que não seria possível elevar os investimentos ao equivalente a 10% do PIB. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, apresentou aos parlamentares, em novembro do ano passado, dados demonstrando que para o investimento de 10% no setor, como previsto no PNE, deveria haver um acréscimo de R$ 200 bilhões.
Pimentel explica, no entanto, que o governo cedeu aos 10% e que a porcentagem deve ser mantida no plano aprovado. O senador destacou também a presença dos estudantes em toda a tramitação do PNE. Segundo ele, neste ano o acompanhamento dos movimetos estudantis será fundamental para a agilidade da votação.
O 14º Coneb acontece no Recife (PE) até segunda-feira (21). Este ano foram mais de 3,5 mil inscrições de entidades de todas as regiões do país. Sob o tema "A Luta pela Reforma Universitária: do Manifesto de Córdoba aos Nossos Dias", o Coneb oferece debates e grupos de discussão sobre temas ligados às universidades e ao Brasil. Ao final, os delegados vão decidir os rumos e posicionamentos da UNE para 2013. O evento antecede a Bienal da UNE, espaço de diálogo de estudantes e movimentos culturais que, este ano, está em sua 8ª edição.
*Com informações da Agência Brasil.

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